{"id":3831,"date":"2013-12-02T16:53:20","date_gmt":"2013-12-02T16:53:20","guid":{"rendered":"http:\/\/sperandio.org\/?p=3831"},"modified":"2021-01-25T08:59:53","modified_gmt":"2021-01-25T11:59:53","slug":"somos-vitimas-do-destino","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sperandio.org\/index.php\/2013\/12\/02\/somos-vitimas-do-destino\/","title":{"rendered":"\u00abSOMOS V\u00cdTIMAS DO DESTINO\u00bb"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align:justify;\">Conta-se que em um pa\u00eds distante, h\u00e1 muito tempo atr\u00e1s havia uma fazenda onde os trabalhadores viviam tristes e isolados. Eles estendiam suas roupas surradas no varal e alimentavam seus magros c\u00e3es com o pouco que sobrava das refei\u00e7\u00f5es. Todos que viviam ali trabalhavam na ro\u00e7a do Sr. Jo\u00e3o, dono de muitas terras, que exigia trabalho duro, pagando pouco.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Um dia chegou ali um jovem agricultor em busca de trabalho. Foi admitido e recebeu, como todos, uma velha casa para morar enquanto trabalhasse ali. Vendo a casa suja e abandonada, o jovem resolveu dar-lhe vida nova. Cuidou da limpeza e, em suas horas vagas, lixou e pintou as paredes com cores alegres e brilhantes, al\u00e9m de plantar flores no jardim e nos vasos.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">A casa limpa e arrumada destacava-se das demais e chamava a aten\u00e7\u00e3o de todos que por ali passavam. Ele sempre trabalhava alegre e feliz na fazenda, por isso tinha o apelido de Z\u00e9 Alegria.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Os outros trabalhadores perguntavam: \u00abComo voc\u00ea consegue trabalhar feliz e sempre cantando com o pouco dinheiro que ganhamos?\u00bb<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">O jovem olhou para os amigos e disse: \u00abBem, este trabalho hoje \u00e9 tudo que eu tenho. Ao inv\u00e9s de blasfemar e reclamar, eu prefiro agradecer por ele. Quando aceitei trabalhar aqui, sabia das condi\u00e7\u00f5es. N\u00e3o \u00e9 justo agora reclamar.&nbsp;Farei com capricho e amor aquilo que aceitei fazer\u00bb.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Os outros, que acreditavam ser v\u00edtimas das circunst\u00e2ncias, abandonados pelo destino, o olhavam admirados e comentavam entre si: \u00abComo ele pode pensar assim?\u00bb<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">O entusiasmo do rapaz, em pouco tempo, chamou a aten\u00e7\u00e3o do fazendeiro, que passou a observ\u00e1-lo \u00e0 dist\u00e2ncia. Um dia o Sr. Jo\u00e3o pensou: \u00abAlgu\u00e9m que cuida com tanto carinho da casa que emprestei, cuidar\u00e1 com o mesmo capricho da minha fazenda. Ele \u00e9 o \u00fanico aqui que pensa como eu. Estou velho e preciso de algu\u00e9m que me ajude na administra\u00e7\u00e3o da fazenda\u00bb.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Num final de tarde, foi at\u00e9 a casa do rapaz e, ap\u00f3s tomar um caf\u00e9 fresquinho, ofereceu ao jovem o cargo de administrador da fazenda. O rapaz aceitou prontamente.&nbsp;Seus amigos&nbsp; agricultores novamente foram lhe perguntar: \u00abO que faz algumas pessoas serem bem sucedidas e outras n\u00e3o?\u00bb&nbsp;A resposta do jovem veio&nbsp; logo:&nbsp;\u00abEm minhas andan\u00e7as, meus amigos, eu aprendi muito e o principal \u00e9 que n\u00f3s n\u00e3o somos v\u00edtimas do destino. Existe em n\u00f3s a capacidade de realizar e dar vida nova a tudo que nos cerca. E isso depende de cada um\u00bb.<\/p>\n<p style=\"text-align:right;\"><strong><\/strong><strong>(Autor desconhecido)<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Conta-se que em um pa\u00eds distante, h\u00e1 muito tempo atr\u00e1s havia uma fazenda onde os trabalhadores viviam tristes e isolados. 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